Creio que isso só não aconteça comigo, posto que não sou o mais complexo dos humanos – longe disso. Mas como me conheço há 18 anos, posso dizer que já tiro de letra
minhas pseudocrises pessoais.
Elas sempre me pegam quando eu vou mudar a rotina, é comum o medo de não dar certo, não se adaptar ou de ser abatido pela baixa auto-estima. Talvez por estar num novo ciclo de pessoas, pelo medo de se arrempender de uma certa escolha. Não importa o motivo, tudo é relativo quando se trata de crises.
Porém , como já havia dito, eu consigo resolver-las fazendo três coisas essenciais para reencontrar o respeito próprio e parar com as mutilações na sua auto-estima.
#1 - Troque as lágrimas por suor: Ninguém resolve nada chorando, reclamando ou murmurando. Esforço é primordial para se alcanaçar quaquer coisa. Passar de ano, emagracer, mudar de vida. Tudo exige esforço.
#2 – Volte às origens: Uma das coisas que mais influenciam na sua ‘crise’ é o meio em que você está vivendo. Sair dele, nem que seja por uns dias, é muito bom para rever as idéias e se reconhecer, principalmente quando se de reencontra algumas pessoas especiais. Amizades antigas ou parentes que você não vê há muito. Com eles, não há modos nem pudores. Você se enxerga como realmente é, achando a raiz do seu problema existêncial
#3 – Põe para fora, mas não encha o saco de ninguém: Não há nada mais chato do que ocupar alguém com o seu problema, principalmente quando se pode faze arte. Cantar, dançar , escrever, pintar. Inúmeras formas de fazer da sua ‘dor’ uma inspiração e você ainda pode obter muito sucesso com isso.
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PS¹ : Por mais que pareça ‘Capricho’, foi eu mesmo quem escreveu.
PS²:
Prepare-se.
Eu o conheço faz tempo, sinto cheiro amor platônico comming soon…
Atenciosamente, Alterego.
Pode-se dizer, sem sombra de dúvidas, que o maior causador dos problemas do Brasil é o latifundio. Desde a colonização até a contemporaneidade, a concentração de terra e, por conseguinte, de renda, tem implicado em marginalização dos produtores rurais mais pobres, êxodo rural, processo de favelização, etc.
Tentar voltar a escrever aqui depois tudo que se passou nesse período é como plantar, colher, catar e fazer feijão. É hora de limpar a casa, receber a vida nova que bate na minha porta.