Posts de Janeiro, 2009

Isso não é uma crise!

26 26UTC Janeiro 26UTC 2009

Creio que isso só não aconteça comigo, posto que não sou o mais complexo dos humanos – longe disso.  Mas como me conheço há 18 anos, posso dizer que já tiro de letra minhas pseudocrises pessoais.
Elas sempre me pegam quando eu vou mudar a rotina,  é comum o medo de não dar certo, não se adaptar ou de ser abatido pela baixa auto-estima. Talvez por estar num novo ciclo de pessoas, pelo medo de se arrempender de uma certa escolha. Não importa o motivo,  tudo é relativo quando se trata de crises.
Porém , como já havia dito, eu consigo resolver-las fazendo três coisas essenciais para reencontrar o respeito próprio e parar com as mutilações na sua auto-estima.

#1 -  Troque as lágrimas por suor: Ninguém resolve nada chorando, reclamando ou murmurando. Esforço é primordial para se alcanaçar quaquer coisa.  Passar de ano, emagracer, mudar de vida. Tudo exige esforço.

#2  – Volte às origens:   Uma das coisas que mais influenciam na sua ‘crise’ é o meio em que você está vivendo. Sair dele, nem que seja por uns dias,  é muito bom para rever as idéias e se reconhecer, principalmente quando se de reencontra algumas pessoas especiais. Amizades antigas ou parentes que você não vê há muito. Com eles, não há modos nem pudores. Você se enxerga como realmente é, achando a raiz do seu problema existêncial

#3 – Põe para fora, mas não encha o saco de ninguém: Não há nada mais chato do que ocupar alguém com o seu problema, principalmente quando se pode faze arte. Cantar,  dançar , escrever, pintar. Inúmeras formas de fazer da sua ‘dor’ uma inspiração e você ainda pode obter muito sucesso com isso.


PS¹ : Por mais que pareça ‘Capricho’, foi eu mesmo quem escreveu.

PS²:
Prepare-se.
Eu o conheço faz tempo, sinto cheiro amor platônico comming soon…

Atenciosamente, Alterego.

Qual a parte que nos cabe desse latifúndio?

26 26UTC Janeiro 26UTC 2009

Pode-se dizer, sem sombra de dúvidas, que o maior causador dos problemas  do Brasil é o latifundio. Desde a colonização até a contemporaneidade, a concentração de terra e, por conseguinte, de renda, tem implicado em marginalização dos produtores rurais mais pobres, êxodo rural, processo de favelização, etc.
De fato,  se os grandes centros urbanos tivessem idéia de que as mazelas socias que os atingem têm início no campo, se enxergassem o MST como instuição sério e não como ‘pobres frustrados de esquerda’, se houvesse comprometimento com a idéia de reforma agrária e difusão do Estatuto da terra. Porém, a história não é feita com hipóteses e sim por ações.
Não espero fazer revolução, apenas abrir os olhos de alguém… qualquer seja ele.

PS: Vai no google e dá uma olhada, busca saber quem são os maiores latifundiários do Brasil. Você vai saber que já os conhece, ouve falar deles em ano de eleição.

”Fazer poesia é como catar feijão” – João Cabral de Melo Neto.

24 24UTC Janeiro 24UTC 2009

Tentar voltar a escrever aqui depois tudo que se passou nesse período é como plantar, colher, catar e fazer feijão. É hora de limpar a casa,  receber a vida nova que bate na minha porta.
Sim, eu dei luz! Dei a luz ao projeto do jornalismo que eu vinha gerando,
aquele que eu sonhei em fecundar durante toda minha vida, e abortei em 2008.  Agora, 2009, eu vou estudar na UFPE e cursar Comunicação Social (então já sabem a razão das melhoras nos textos a partir de alguns meses).
Me sinto um tanto perdido, assustado e nervoso com tudo que vai acontecer. Embora adorando os colegas de turma, vou sentir muita falta dos amigos antigos…  Mas não é hora de temer,  é hora de acreditar num futuro bom e de viver aquilo que eu tenho planejado (6) desde os tempos de ensino médio.

PS: tá meia-boca, eu sei. Mas tô desde maio sem escrever para você ‘Pop’.. me perdoa tá?! Prometo que com o tempo você vai estar repleto de ‘masterpieces’ .

PS²: que imagem eu ponho aqui?.. Já sei vou escrever as Tags do texto no google imagens, a primeira que aparece eu posto aqui.

PS³: Odei a priemira, postei a segunda.