Posts de Maio, 2008

Osman Lins was wrong!

Maio 24, 2008

Rosana Teles que me perdoe, mas foi graças aos aparelhos eletrônicos que Osman criticou nessa entrevista aqui que eu consegui postar no meu blog essa entrevista perfeita, com Furacão da Literatura thayse/ que é Clarice Lispector!

aprecie sem a menor moderação :*

Parte 1.
Parte 2.
Parte 3.
Parte 4.
Parte Final.

Rehab: De volta para o ’show business’

Maio 7, 2008

Britney Spears e Lindsay Lohan têm histórias bastante parecidas. Ambas tiveram uma estréia precoce nos estúdios da Disney, se tornaram ídolos teen e provaram o amargo sabor da decadência diante dos flashes dos papparazzis. Dentre estadias em clínicas de reabilitação, flagras íntimos, e escândalos envolvendo substâncias alucinógenas ilícitas, as moças produziram muito pouco em relação ao que faziam antes. Em destaque para Britney, que durante a performance do VMA 2007, se mostrou despreparada, sem jeito e extremamente desconfortável com o público, em meio a uma crise de bipolaridade.
Mas para surpresa mundial, as garotas mais loucas de Hollywood se recuperaram e querem voltar com todo gás para o show business. Lindsay Lohan, primeiramente, largou as drogas e, em breve, estará participando do seriado americano Ugly Betty, e também foi divulgado seu suposto novo single na rede, Bossy.
Já a miss american dream, voltou com seu antigo empresário - Larry Rudolf - além de voltar a antiga rotina de academia e aquecimentos vocais diários. Britney também participará do seriado ‘How I meet your mother’ pela segunda vez, o qual teve indíce recorde de audiência quando Spears fez sua primeira participação com a personagem Abby. Rumores também indicam que Britney se prepara para uma performance de “desculpas” para o VMA de 2008 e dessa vez não haverá decepções.


Britney em ‘HIMYM’: mais magra, mais linda e psicologicamente saudável.

Na trilha do suicídio.

Maio 4, 2008

”A vida é dura, não importa o quanto se é cheio de coragem, sempre haverá uma desagradável surpresa.”

Vivendo, presenciamos situações que colocam em xeque tudo que acreditamos, e confiamos. ”O que levaria um garoto amado, inteligente, bem humorado e bonito - embora fora dos padrões - a cometer suicídio?” Eugênio se questiona frente ao espelho diariamente.
Se a morte não é a solução, qual é então? A realidade não necessita de ninguém, a melodia só toca na hora errada, e o amor parece tão distante. O relógio conta as horas, e niguém consegue ver o seu pedido desesperado de ajuda.
A culpa não é dele! As cicatrizes de uma auto-estima mutilada não saram tão fácil. Não se pode chamar de covarde, alguém que foi ferido agressivamente
com palavras, ou a falta delas.
Não há quem possa se impôr durante tal situação, as forças acabam e a tendência é padecer. Mas Eugênio, por mais pareça que não vai dar certo, tirar a vida não trará mais lirismo à sua poesia, arte se faz em vida. Por mais que a vida não faça sentido.
À beira da loucura, se culpar é a única coisa que se pode fazer. Entretanto, meu pequeno - por favor! - não perca o respeito próprio nem gana de viver. Por mais que a morte pareça um saída, há pessoas que lutam pela vida e não se pode abrir mão de algo tão valioso.
Eugênio, faça valer a pena o que ainda lhe resta. não importa o que digam, quanto tempo leve, se deu certo ou errado, continue a viver, pois sua vida é arte. E o amor…


Minhas desculpas por não conseguir terminar!

Fashion-maker de primeira.

Maio 1, 2008

“Apaixonado por tecnologia, o paulistano Jum Nakao chegou a cursar engenharia eletrônica, mas acabou optando por artes plásticas na Faap, faculdade da qual saiu em 1987 sem o diploma, por não ter feito as aulas de licenciatura. Era início dos anos 80 e a cultura underground fervia. Jum freqüentava o mítico Madame Satã, reduto da modernidade da época, e observava como o vestuário tinha a ver com as atitudes. Assim, entrou na moda pela possibilidade de transformação e libertação.
A formação em moda veio em cursos no CIT, Centro Industrial Têxtil, onde aprendeu com professores como Marie Ruckie, Vera Lígia e Alba Noschese.”
- Fonte: http://estilo.uol.com.br/moda/estilistas/jum_nakao.jhtm

Entrevista de Jum Nakao para o
Diário de Pernambuco.

O que os freqüentadores das suas palestras costumam ouvir?
Mostro a moda de vários ângulos. Tenho um lado realista,quase assustador, que apresenta os números para um futuro próximo. Em 2010, vamos importar duas vezes mais que agora. Isso siginifica um desaquecimento na nossa produção. Mas deixo claro que se você é criativo, se pensa diferente da maioria, sempre vai ter chance de sobressair.


O criador brasileiro tem vocação para pensar diferente.

Vivemos uma subcultura de moda. Olhamos revistas, observamos o que acontece nos desfiles internacionais etentamos transplantar uma realidade estranha para a nossa. Acho de uma burrice incrível quando se está num país que produz, nas plásticas alguém como Gilvan Samico. E na literatura um gênio do porte de Ariano Suassuna.

O que seria necessário, então, para abandonar essas idéias pré-concebidas e mergulhar no novo de verdade.
Questionar o tempo inteiro, manter a capacidade de romper os paradigmas. Deixar de agir como se fosse uma parte da manada, como vejo os estudantes de moda e até mesmo os profissionais fazendo.

As escolas de moda incentivam essa quebra de mesmice?
Muito pelo contrário. Muito pelo contrário. Maioria está jogando gente no mercado apenas para dar continuidade a esse processo, fingindo que formou criadores. Assim, o Brasil jamais sairá da posição de esportador de matéria-prima, que não traz valor agregado em sua venda. Para concorrer com gigantes como China e Índia, deveríamos exportar a nossa marca.

Pode citar um caminho viável para tal marca Brasil?
Basta olhar o que a Espanha fez em 1992, com as Olimpíadas de Barcelona. Usaram os jogos como arma de marketing poderosa, divulgando nomes das suas grifes. Custo Barcelona é uma delas. No cinema, Pedro Almodóvar exibia o jeito de ser dos espanhóis. Mas não adianta fazer uma melhoria na fachada, um make up. O processo, aqui no país, pede mais profunidadede.

O que ele produziu?

Em 1987, quando ainda não havia um circuito de desfiles no Brasil, juntamente com Walter Rodrigues e Conrado Segreto, integrou o projeto pioneiro Cooperativa de Moda, em que estilistas de grandes confecções mostravam trabalhos próprios.
Mas o reconhecimento público só veio quase dez anos depois, em 1996, no Phytoervas Fashion. Jum trabalhava na Carmin e desligou-se da grife especialmente para se dedicar ao evento. O desfile, inspirado em Bibelô, personagem do cartunista Angeli, foi uma grande vitrine. Logo em seguida o estilista foi convidado para entrar na Zoomp, onde passou seis anos como gerente de criação.

Paralelamente a esse trabalho, ainda criou coleções para mais duas edições do Phytoervas e, de 1998 e 2000, participou da Semana de Moda Casa dos Criadores.

Entre 2002 e 2003, fez parte do Hotel Lycra, como sócio-curador, convidado pela Dupont. E hoje, junto com a mulher Lelê, Jum concentra-se em sua própria marca, inscrita no Calendário Oficial da Moda - São Paulo Fashion Week desde 2002.
Fortemente influenciado pela tecnologia, pela estética japonesa e pelos filmes de animação, seus desfiles já se tornaram um acontecimento cercado de grande expectativa. Performático, o estilista gosta de causar impacto, mas sempre com grande encantamento da platéia.

No início de 2004, por exemplo, no lançamento da temporada outono-inverno, criou e recriou looks em plena passarela, sobrepondo as roupas nos modelos. Em julho último, a coleção feita de papel e rasgada após o desfile repercutiu na mídia do Brasil inteiro, valendo um elogio da consultora de moda Glória Kalil: “Não foi um desfile de moda. Foi um desfile sobre moda”.
http://www.jumnakao.com.br/