O que merece um egocêntrico?

16 16UTC Agosto 16UTC 2009 por Clênio.

Na mais eficaz das epifanias, descobre-se que relações sociais se baseiam por méritos. As pessoas merecem ou não merecem outras. Conheço um caso no qual os pais de um conhecido não o merecem como filho – sabe como é? – não dá para ser grande sem adubo. O cara é bom, mas isso não o garante investimento necessário para ele. “Machado de Assis era mulato, epilético, pobre e, vale salientar, não tinha apoio dos pais” é o discurso da consciência – Who cares ?!?– ele não tinha os pais, mas tinha contatos que o mereciam como amigo e referência de talento. Sou defrontado por esse questionamento: de todos que me cercam, quem eu mereço? Quem me merece? E quando será possível desfrutar de uma reciprocidade dos méritos?

Meu egocentrismo é assustador. Gostaria, de verdade, de pensar menos em mim; mas me dou conta de que não posso fugir do Ego. Deus está ocupado pensando em todos, e todos estão pensando em si. Assim, eu tento construir meu caráter, edificando-o pelo meu altruísmo e buscando o bem comum; porém, ao mesmo tempo, estou descontruindo-o por algo que, supostamente, acredito sentir.

Enquanto isso, continuo riscando os fósforos  – com menos frequencia que antes – talvez mais aceptivo à idéia de se deixar cobrir pela neve, ou por acreditar que o fim da tempestade está próximo..

A menina que vendia fósforos

15 15UTC Agosto 15UTC 2009 por Clênio.

Há uma fábula sobre uma menina muito pobre que vendia fósforos, durante o rigoroso inverno europeu, para aumentar a renda da família.  Segundo meu pai, existem duas versões para essa estória:

1ª  versão: Durante um dia de trabalho, uma tempestade de neve se iniciou obrigando a pobre menina a procurar abrigo. O frio era mortal e a única maneira de se aquecer era com os fósforos…
Final da estória:  A menina preferiu morrer de frio a riscar os fósforos que eram seu ganha pão.

2ª versão:Durante um dia de trabalho, uma tempestade de neve se iniciou obrigando a pobre menina a procurar abrigo. O frio era mortal e a única maneira de se aquecer era com os fósforos…
Final da estória:  A menina encontrou a casa de uma família solidária, que a abrigou e deu-lhe de comer – além de comprar todo seu estoque de fósforos.
(Tenho a impressão que meu pai inventou essa segunda apenas para me poupar o trauma)

Baseado nisso, me questiono por que ainda estou queimando meus fósforos? essa chama minúscula não consegue aquecer nem a ponta dos meus dedos, diante dessas gélidas circustâncias? Talvez, sucubindo e cobrindo meu corpo pela neve eu, enfim, descansaria em paz? Talvez o abrigo da fábula do meu pai esteja no ato de se cobrir de neve e nunca mais permitir que qualquer espécie de chama se acenda?

As respostas para esse texto, você as encontra amanhã.

Isso não é uma crise!

26 26UTC Janeiro 26UTC 2009 por Clênio.

Creio que isso só não aconteça comigo, posto que não sou o mais complexo dos humanos – longe disso.  Mas como me conheço há 18 anos, posso dizer que já tiro de letra minhas pseudocrises pessoais.
Elas sempre me pegam quando eu vou mudar a rotina,  é comum o medo de não dar certo, não se adaptar ou de ser abatido pela baixa auto-estima. Talvez por estar num novo ciclo de pessoas, pelo medo de se arrempender de uma certa escolha. Não importa o motivo,  tudo é relativo quando se trata de crises.
Porém , como já havia dito, eu consigo resolver-las fazendo três coisas essenciais para reencontrar o respeito próprio e parar com as mutilações na sua auto-estima.

#1 -  Troque as lágrimas por suor: Ninguém resolve nada chorando, reclamando ou murmurando. Esforço é primordial para se alcanaçar quaquer coisa.  Passar de ano, emagracer, mudar de vida. Tudo exige esforço.

#2  – Volte às origens:   Uma das coisas que mais influenciam na sua ‘crise’ é o meio em que você está vivendo. Sair dele, nem que seja por uns dias,  é muito bom para rever as idéias e se reconhecer, principalmente quando se de reencontra algumas pessoas especiais. Amizades antigas ou parentes que você não vê há muito. Com eles, não há modos nem pudores. Você se enxerga como realmente é, achando a raiz do seu problema existêncial

#3 – Põe para fora, mas não encha o saco de ninguém: Não há nada mais chato do que ocupar alguém com o seu problema, principalmente quando se pode faze arte. Cantar,  dançar , escrever, pintar. Inúmeras formas de fazer da sua ‘dor’ uma inspiração e você ainda pode obter muito sucesso com isso.


PS¹ : Por mais que pareça ‘Capricho’, foi eu mesmo quem escreveu.

PS²:
Prepare-se.
Eu o conheço faz tempo, sinto cheiro amor platônico comming soon…

Atenciosamente, Alterego.

Qual a parte que nos cabe desse latifúndio?

26 26UTC Janeiro 26UTC 2009 por Clênio.

Pode-se dizer, sem sombra de dúvidas, que o maior causador dos problemas  do Brasil é o latifundio. Desde a colonização até a contemporaneidade, a concentração de terra e, por conseguinte, de renda, tem implicado em marginalização dos produtores rurais mais pobres, êxodo rural, processo de favelização, etc.
De fato,  se os grandes centros urbanos tivessem idéia de que as mazelas socias que os atingem têm início no campo, se enxergassem o MST como instuição sério e não como ‘pobres frustrados de esquerda’, se houvesse comprometimento com a idéia de reforma agrária e difusão do Estatuto da terra. Porém, a história não é feita com hipóteses e sim por ações.
Não espero fazer revolução, apenas abrir os olhos de alguém… qualquer seja ele.

PS: Vai no google e dá uma olhada, busca saber quem são os maiores latifundiários do Brasil. Você vai saber que já os conhece, ouve falar deles em ano de eleição.

”Fazer poesia é como catar feijão” – João Cabral de Melo Neto.

24 24UTC Janeiro 24UTC 2009 por Clênio.

Tentar voltar a escrever aqui depois tudo que se passou nesse período é como plantar, colher, catar e fazer feijão. É hora de limpar a casa,  receber a vida nova que bate na minha porta.
Sim, eu dei luz! Dei a luz ao projeto do jornalismo que eu vinha gerando,
aquele que eu sonhei em fecundar durante toda minha vida, e abortei em 2008.  Agora, 2009, eu vou estudar na UFPE e cursar Comunicação Social (então já sabem a razão das melhoras nos textos a partir de alguns meses).
Me sinto um tanto perdido, assustado e nervoso com tudo que vai acontecer. Embora adorando os colegas de turma, vou sentir muita falta dos amigos antigos…  Mas não é hora de temer,  é hora de acreditar num futuro bom e de viver aquilo que eu tenho planejado (6) desde os tempos de ensino médio.

PS: tá meia-boca, eu sei. Mas tô desde maio sem escrever para você ‘Pop’.. me perdoa tá?! Prometo que com o tempo você vai estar repleto de ‘masterpieces’ .

PS²: que imagem eu ponho aqui?.. Já sei vou escrever as Tags do texto no google imagens, a primeira que aparece eu posto aqui.

PS³: Odei a priemira, postei a segunda.

Osman Lins was wrong!

24 24UTC Maio 24UTC 2008 por Clênio.

Rosana Teles que me perdoe, mas foi graças aos aparelhos eletrônicos que Osman criticou nessa entrevista aqui que eu consegui postar no meu blog essa entrevista perfeita, com Furacão da Literatura thayse/ que é Clarice Lispector!

aprecie sem a menor moderação :*

Parte 1.
Parte 2.
Parte 3.
Parte 4.
Parte Final.

Rehab: De volta para o ’show business’

7 07UTC Maio 07UTC 2008 por Clênio.

Britney Spears e Lindsay Lohan têm histórias bastante parecidas. Ambas tiveram uma estréia precoce nos estúdios da Disney, se tornaram ídolos teen e provaram o amargo sabor da decadência diante dos flashes dos papparazzis. Dentre estadias em clínicas de reabilitação, flagras íntimos, e escândalos envolvendo substâncias alucinógenas ilícitas, as moças produziram muito pouco em relação ao que faziam antes. Em destaque para Britney, que durante a performance do VMA 2007, se mostrou despreparada, sem jeito e extremamente desconfortável com o público, em meio a uma crise de bipolaridade.
Mas para surpresa mundial, as garotas mais loucas de Hollywood se recuperaram e querem voltar com todo gás para o show business. Lindsay Lohan, primeiramente, largou as drogas e, em breve, estará participando do seriado americano Ugly Betty, e também foi divulgado seu suposto novo single na rede, Bossy.
Já a miss american dream, voltou com seu antigo empresário – Larry Rudolf – além de voltar a antiga rotina de academia e aquecimentos vocais diários. Britney também participará do seriado ‘How I meet your mother’ pela segunda vez, o qual teve indíce recorde de audiência quando Spears fez sua primeira participação com a personagem Abby. Rumores também indicam que Britney se prepara para uma performance de “desculpas” para o VMA de 2008 e dessa vez não haverá decepções.


Britney em ‘HIMYM’: mais magra, mais linda e psicologicamente saudável.

Na trilha do suicídio.

4 04UTC Maio 04UTC 2008 por Clênio.

”A vida é dura, não importa o quanto se é cheio de coragem, sempre haverá uma desagradável surpresa.”

Vivendo, presenciamos situações que colocam em xeque tudo que acreditamos e confiamos. ”O que levaria um garoto amado, inteligente, bem humorado e bonito – embora fora dos padrões – a cometer suicídio?” – Eugênio se questiona frente ao espelho diariamente.
Se a morte não é a solução, qual é então? A realidade não necessita de ninguém, a melodia só toca na hora errada e o amor parece tão distante. O relógio conta as horas, e niguém consegue ver o seu pedido desesperado de ajuda.
A culpa não é dele! As cicatrizes de uma auto-estima mutilada não saram tão fácil. Não se pode chamar de covarde, alguém que foi ferido agressivamente
com palavras, ou com a falta delas.
Não há quem possa se impôr durante tal situação, as forças acabam e a tendência é padecer. Mas Eugênio, por mais pareça que não vai dar certo, tirar a vida não trará mais lirismo à sua poesia, arte se faz em vida. Por mais que a vida não faça sentido.
À beira da loucura, se culpar é a única coisa que se pode fazer. Entretanto, meu pequeno – por favor! – não perca o respeito próprio nem gana de viver. Por mais que a morte pareça um saída, há pessoas que lutam pela vida e não se pode abrir mão de algo tão valioso.
Eugênio, faça valer a pena o que ainda lhe resta. não importa o que digam, quanto tempo leve, se deu certo ou errado, continue a viver, pois sua vida é arte. E o amor…


Minhas desculpas por não conseguir terminar!

Fashion-maker de primeira.

1 01UTC Maio 01UTC 2008 por Clênio.

“Apaixonado por tecnologia, o paulistano Jum Nakao chegou a cursar engenharia eletrônica, mas acabou optando por artes plásticas na Faap, faculdade da qual saiu em 1987 sem o diploma, por não ter feito as aulas de licenciatura. Era início dos anos 80 e a cultura underground fervia. Jum freqüentava o mítico Madame Satã, reduto da modernidade da época, e observava como o vestuário tinha a ver com as atitudes. Assim, entrou na moda pela possibilidade de transformação e libertação.
A formação em moda veio em cursos no CIT, Centro Industrial Têxtil, onde aprendeu com professores como Marie Ruckie, Vera Lígia e Alba Noschese.”
- Fonte: http://estilo.uol.com.br/moda/estilistas/jum_nakao.jhtm

Entrevista de Jum Nakao para o
Diário de Pernambuco.

O que os freqüentadores das suas palestras costumam ouvir?
Mostro a moda de vários ângulos. Tenho um lado realista,quase assustador, que apresenta os números para um futuro próximo. Em 2010, vamos importar duas vezes mais que agora. Isso siginifica um desaquecimento na nossa produção. Mas deixo claro que se você é criativo, se pensa diferente da maioria, sempre vai ter chance de sobressair.


O criador brasileiro tem vocação para pensar diferente.

Vivemos uma subcultura de moda. Olhamos revistas, observamos o que acontece nos desfiles internacionais etentamos transplantar uma realidade estranha para a nossa. Acho de uma burrice incrível quando se está num país que produz, nas plásticas alguém como Gilvan Samico. E na literatura um gênio do porte de Ariano Suassuna.

O que seria necessário, então, para abandonar essas idéias pré-concebidas e mergulhar no novo de verdade.
Questionar o tempo inteiro, manter a capacidade de romper os paradigmas. Deixar de agir como se fosse uma parte da manada, como vejo os estudantes de moda e até mesmo os profissionais fazendo.

As escolas de moda incentivam essa quebra de mesmice?
Muito pelo contrário. Muito pelo contrário. Maioria está jogando gente no mercado apenas para dar continuidade a esse processo, fingindo que formou criadores. Assim, o Brasil jamais sairá da posição de esportador de matéria-prima, que não traz valor agregado em sua venda. Para concorrer com gigantes como China e Índia, deveríamos exportar a nossa marca.

Pode citar um caminho viável para tal marca Brasil?
Basta olhar o que a Espanha fez em 1992, com as Olimpíadas de Barcelona. Usaram os jogos como arma de marketing poderosa, divulgando nomes das suas grifes. Custo Barcelona é uma delas. No cinema, Pedro Almodóvar exibia o jeito de ser dos espanhóis. Mas não adianta fazer uma melhoria na fachada, um make up. O processo, aqui no país, pede mais profunidadede.

O que ele produziu?

Em 1987, quando ainda não havia um circuito de desfiles no Brasil, juntamente com Walter Rodrigues e Conrado Segreto, integrou o projeto pioneiro Cooperativa de Moda, em que estilistas de grandes confecções mostravam trabalhos próprios.
Mas o reconhecimento público só veio quase dez anos depois, em 1996, no Phytoervas Fashion. Jum trabalhava na Carmin e desligou-se da grife especialmente para se dedicar ao evento. O desfile, inspirado em Bibelô, personagem do cartunista Angeli, foi uma grande vitrine. Logo em seguida o estilista foi convidado para entrar na Zoomp, onde passou seis anos como gerente de criação.

Paralelamente a esse trabalho, ainda criou coleções para mais duas edições do Phytoervas e, de 1998 e 2000, participou da Semana de Moda Casa dos Criadores.

Entre 2002 e 2003, fez parte do Hotel Lycra, como sócio-curador, convidado pela Dupont. E hoje, junto com a mulher Lelê, Jum concentra-se em sua própria marca, inscrita no Calendário Oficial da Moda – São Paulo Fashion Week desde 2002.
Fortemente influenciado pela tecnologia, pela estética japonesa e pelos filmes de animação, seus desfiles já se tornaram um acontecimento cercado de grande expectativa. Performático, o estilista gosta de causar impacto, mas sempre com grande encantamento da platéia.

No início de 2004, por exemplo, no lançamento da temporada outono-inverno, criou e recriou looks em plena passarela, sobrepondo as roupas nos modelos. Em julho último, a coleção feita de papel e rasgada após o desfile repercutiu na mídia do Brasil inteiro, valendo um elogio da consultora de moda Glória Kalil: “Não foi um desfile de moda. Foi um desfile sobre moda”.
http://www.jumnakao.com.br/

10 Filmes Que Nos Ensinam Valiosas Lições

28 28UTC Abril 28UTC 2008 por Clênio.


Lição número 1: Mostre seu brilho
Filme: “Ou Tudo ou Nada” (The Full Monty)
Sinopse: após perderem o emprego, alguns homens da cidade de Sheffield, no norte da Inglaterra, resolvem formar um grupo de strippers. Com isso, recuperam seu orgulho e passam a valorizar o que têm de bom.
Efeito: ajuda a lembrar que todos temos algo de bom para oferecer.


Lição número 2: reerga-se
Filme: “O Pianista” (The Pianist)
Sinopse: baseado numa história verídica, conta a trajetória do pianista Wladyslaw Szpilman, um judeu que vive na Polônia em 1939, em pleno nazismo, mas mesmo cercado de atrocidades consegue sobreviver, graças à sua habilidade musical e a uma relação que constrói.
Efeito: mostra que tudo ou quase tudo tem solução.


Lição número 3: aceite responsabilidades
Filme: “Minority Report – A Nova Lei” (Minority Report)
Sinopse: futurista, conta a história do detetive John Anderton, chefe de uma unidade de polícia que consegue prever crimes e impedir que aconteçam. No entanto, ele é apontado como o responsável por um assassinato e passa a ser perseguido, tendo que correr contra o tempo para provar sua inocência.
Efeito: ensina que, quando paramos de nos fazer de vítimas, percebemos que é possível alterar nosso destino e criar uma nova realidade.


Lição número 4: domine a ansiedade
Filme: “O Quarto do Pânico” (Panic Room)
Sinopse: quando bandidos invadem sua casa, uma mulher e sua filha se escondem em um quarto secreto, construído especialmente para situações de emergência, que garante segurança total contra intrusos. Lá de dentro, ela vigia os invasores através de câmeras e começa a enfrentar graves problemas.
Efeito: nos distrai dos pensamentos obsessivos que envolvem o dilema “lutar ou fugir” e mostra que o único modo de estar seguro é abrindo as portas — e não trancando.


Lição número 5: descubra seu poder
Filme: “Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento” (Erin Brockovich)
Sinopse: quando a mãe solteira Erin se vê desempregada e perdida num mundo indiferente ao seu drama, insiste com um advogado local para que lhe dê a chance de ser investigadora de processos legais. Acaba entrando sozinha numa cruzada contra uma indústria poluidora e consegue responsabilizá-la pela contaminação de pessoas.
Efeito: ensina que pequenas ações podem mudar o mundo.


Lição número 6: Sinta – se amado (a)
Filme: “Forrest Gump – O Contador de Histórias” (Forrest Gump)
Sinopse: Forrest Gump nasceu com o QI baixo e precisava de aparelhos nas pernas para poder andar. Em paralelo a isso, sua mãe, que o ama incondicionalmente, ensina-o a ver os obstáculos como oportunidades e que até mesmo a morte faz parte da vida. Essa filosofia ajuda Forrest a sobreviver e a florescer.
Efeito: lembra da importância de mudarmos nossa perspectiva e que ninguém está só, desde que se abra para o amor.


Lição número 7: acredite em você
Filme: “Meu Encontro com Drew Barrymore” (My Date With Drew)
Sinopse: Brian Herzlinger não tem onde cair morto, mas é dono de um notável senso de humor. Após ganhar 1.100 dólares em um game show com a resposta “Drew Barrymore” — e sendo fã incondicional da atriz — ele decide comprar uma câmera e aplicar o dinheiro para conseguir um encontro com Drew em 30 dias. Detalhe: é tudo verdade.
Efeito: prova que um sonho pode virar realidade, especialmente se contarmos persistência e humor.


Lição número 8: saiba rir de si mesmo (a)
Filme: “O Casamento do Meu Melhor Amigo” (My Best Friend’s Wedding)
Sinopse: Julianne é uma bem-sucedida crítica gastronômica que, ao descobrir que seu melhor amigo está de casamento marcado, descobre-se perdidamente apaixonada por ele. Ela vai tentar de tudo para sabotar o casamento — e se afunda em problemas cada vez maiores.
Efeito: mostra que, por piores que sejam as situações em que nos metemos, muitas vezes a solução é só aceitar — e esperar passar.


Lição número 9: aceite as oportunidades
Filme: “Bagdá Café” (Bagdad Cafe)
Sinopse: Jasmin é uma dona-de-casa alemã de meia idade que, depois de uma briga, é deixada pelo marido no meio do deserto. A única coisa por perto é um café, ao redor do qual vivem vários personagens desajustados. Ela passa a viver ali e aos poucos muda a vida de todos no local.
Efeito: ensina a aceitar oportunidades, que muitas vezes vêm disfarçadas de problemas.


Lição número 10: seja corajoso (a)
Filme: “Tomates Verdes Fritos” (Fried Green Tomatoes)
Sinopse: uma senhora relembra as histórias de sua vida em longas conversas com uma dona-de-casa insatisfeita. As duas se tornam amigas e acompanhamos a mudança de ambas em direção a uma nova vida.
Efeito: dá uma perspectiva diferente aos problemas da vida ao narrar, em flashback, uma longa história.

Fonte: www.itodas.uol.com.br/